Glorioso estilingue. Gloriosa oração. Gloriosa chuva no Vale da Montanha. Gloriosos rochedos no centro da cidade. Chuva fina, alançante, calada. A única fala acontece quando nos tocamos. A pele grita. Claramente, ela olha para o lado. Claro é também o dia.
Esplendor ressecado perfumando ambiente cúmulo. Rosa que derrete na sombra. Na sombra, o proveta percebe que. Era o vento, dizia eu. Eu gostaria de dizer que. Ele requebra sobre as núvens, assiste o Infinito, chora no sossego, ri ao nascer do
Dia em que estávamos
Você se lembra, não é mesmo? Você se lembra. Chuva fina, alançante, calada. Claramente, ela olha para o lado. Claro é também o dia. Prateada, tomba a cabeça não-nascida. Não seria este o? Não seria este. Não seria. Não. Seria?
Ótimo !
Nada melhor que a língua dos sentidos para expressar tudo!
Comentário por Orfeu — Junho 17, 2009 @ 5:46 pm |